Amor sem escalas

Hoje fui conferir um filme indicado por um amigo (Alex - da poli rsrsrs), chamado Amor sem escalas (Up in the air - no título original. Tuuuudo a ver não?). Estrelando George Clooney e Anna Kendrick (a Jess de Crepúsculo).


A história do filme é interessante, aborda uma outra visão da crise que afetou os Estados Unidos, levando as empresas a cortarem gastos e pessoal, falando de um funcionário de uma empresa (Clooney) contratada justamente para realizar essas demissões.

Como demitir pessoas, pais de família e tudo mais não é um trabalho nada agradável, uma outra funcionária (Kendrick) implementa um sistema de demissão via teleconferência.

Não vou aqui contar todos os mínimos detalhes do filme (até porque estraga) mas ele me fez parar pra pensar em uma questão importante.
Vivemos numa época onde os avanços tecnológicos nos surpreendem a cada minuto. Temos acesso a informação mais rápido, internet, celular com televisão, e-mail, twitter...Mas no fundo, nada disso tem valor se não existir o olho no olho, o conforto da presença. Mesmo em condições nada favoráveis. Chega a ser até uma questão de respeito.

É bom receber um torpedo no celular...mas é indescritível a sensação de receber uma carta.
É bom atender um telefonema...mas é insuperável atender a porta e ver aquela pessoa que você não via há tempos.

A tecnologia veio para aproximar as pessoas, concordo. Mas não existe nada melhor do que um pouco de humanidade.

2 comentários:

Rô_T820 disse...
31 de janeiro de 2010 18:43

fiquei curioso pra ver esse filme agora.
=]
sem dúvida
nada supera interassões à moda antiga.
msn é bom... mas nada é melhor que uma conversa ao vivo ocm os amigos e parentes por exemplo.
tá muito massa o blog viu moça?
bjão

Anônimo disse...
1 de fevereiro de 2010 06:25

Essa é uma questão controversa. Afirmação simplista, diria. A tecnologia aproxima ou separa as pessoas?
Beijo